Audiência Pública no Congresso – Aumento de percentual do capital estrangeiro em empresas de aviação

Audiência Pública no Congresso – Aumento de percentual do capital estrangeiro em empresas de aviação

By: Author Raul MarinhoPosted on
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6 comments

  1. Anônimo
    1 ano ago

    Gostaria de saber a opinião daqueles que tem conhecimento de causa sobre o tema deste post.
    Com relação a empregabilidade, existe algum dispositivo legal que proteja nossa categoria?
    Dando um exemplo: A Delta poderia operar um voo saindo do Brasil com destino à Europa, usando tripulantes americanos?
    Existe algum país adotou tais medidas, que sirva de exemplo e base para termos informações mais precisas?

  2. Voante
    1 ano ago

    Quando leio SNA, enxergo apenas AVIAÇÃO COMERCIAL.
    Torço para que o pessoal da 121 atinja os seus objetivos.

    Enquanto isso, na aviação geral, os postos de trabalho estão…
    Ops… Postos de trabalho? O que é emprego?

    Pobre Brasil…

    • Raul Marinho
      1 ano ago

      Pois é, mas onde o bicho pode pegar mesmo é na aviação geral, em especial nos segmentos mais sofisticados da asa rotativa (offshore, especoalmente) e nos empregos para pilotos de avião mais sofisticados da aviação executiva. E aí, amigo, o cara do Gulfstream contrata o gringo, o que estava na Gulf vai pilotar um King, e o do King vai dar instrução no aeroclube… E já viu, né? Enquanto a China e o Oriente Médio estiverem com esse apetite todo por pilotos de linha aérea, dificilmente o Brasil será atrativo para a 121 mundial. Mas e daqui a 10, 20, 30 anos, quem garante?

      Quanto à atuação do SNA na 121… Bem, desde 1942 que é assim, mas desde nov/14 eu estou tentando mudar essa realidade.

      • Voante
        1 ano ago

        O famoso efeito dominó.
        Mas esta aviação executiva de alto nível é minoria no país. A grande maioria voa aeronaves mais “populares”, tais como os CJs e afins, Kings, Cheyennes e todo universo de aviões à pistão.
        Claro que sou contra a vinda dos gringos, porém, acredito que a ameaça aos empregos vem de outro lugar.
        Enquanto tivermos uma Agência que insiste em carregar a aviação brasileira no colo, nunca conseguiremos andar com pernas próprias.
        Enquanto houver uma Agência que cria tantos entraves burocráticos e custos altíssimos para ter e operar uma aeronave, haverão patrões de saco cheio vendendo os seus aviões porque chegaram à conclusão de que “não compensa ter um avião no Brasil”.

        No mais, espero e desejo que os seus esforços lhe tragam os resultados pretendidos. Abraço!

  3. Tá, mas…perder “todos os empregos”? As grandes já estão controladas pelo capital estrangeiro, na prática. Os empregos estão indo pelo ralo já há um tempo, mas não me parece que seja por isso. Acho que desde que não liberem a cabotagem (i.e. toda e qualquer empresa a operar no Brasil tendo que passar por um processo de atendimento aos requisitos do RBAC 119, mantendo um CNPJ etc, enfim se constituindo como empresa nacional, como é em qualquer estado-membro da ICAO), não vejo como isso iria acontecer. Mesmo que liberassem a entrada de profissionais de outros países – coisa que só poderia ser feita mediante acordos de reciprocidade e se o Art. 156 (§ 1o.) fosse modificado, ou mesmo removido – que tipo de expatriado iria querer voar no mercado muquirana que é o do Brasil? Seriam, certamente, o entulho humano e profissional rejeitado pelo resto do planeta. Além disso, me pergunto qual seria a “mágica” para trazer gente de fora por custo inferior ao do de contratação dos locais (se é que a “intenção diabólica” seria mesmo essa). Mesmo que os “expatriate contracts” venham desfalcados de certos benefícios dos “national terms”, o profissional expatriado costuma sair mais caro ao operador (nós expatriados que o digamos). Não sou eu que estou dizendo, é fato comprovado mundialmente. Tanto é que a gente só tem acesso a mercados cujos países carecem totalmente de formação, ou de gente que queira seguir a carreira, em número suficiente. Senão, eles pegam os deles, mas é tão somente por uma questão de custo-benefício.

    • Mario
      1 ano ago

      Bom Dia Fabio. Concordo contigo. Confesso que achei a Chamada do Banner um tanto quanto Sensacionalista mas é por uma boa Causa. Pelo menos assim a galera, movida pelo medo se mexe e vai apoiar a causa. Mas voltando ao foco da questão na minha opinião, Modesta, de um simples aviador, acredito que pouca coisa muda se não forem feitas reformas trabalhistas e fiscais. Todos sabem do quanto custa um profissional pra qualquer empresa ainda mais para uma aérea. Abrir o capital das empresas aéreas para estrangeiros não minha opinião não seria ruim e nem o fato de abrir o mercado pra mão de obra “importada”. O oriente médio e Asia só são interessante pros pilotos do Mundo inteiro porque oferecem MUITO DINHEIRO e uma perspectiva muito boa ao longo prazo, coisas muito diferentes num País Pós PT.

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