ATENÇÃO: ANAC publica nova lista de habilitações de pilotos – Veja tabela de equivalência de habilitações para ‘ultraleves’

By: Author Raul MarinhoPosted on
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A ANAC publicou na última sexta feira (03/06/2016) uma nova versão da lista de habilitações para pilotos, a IS N°61-004H. Há novidades pontuais para algumas habilitações de  TIPO, a saber:

  • C525 – linha Cessna Citation Jet 1 a 4 e M2: alterações/reorganização do texto;
  • C680 – linha Cessna Sovereign: inclusão do modelo Latitude (CE-680A);
  • M28 – avião PZL M28 05: inclusão do modelo; e
  • SK76 – linha Sikorsky 76 A/C/D (helicóptero): reinclusão da habilitação.

Além disso, houve outras pequenas alterações na organização do texto da IS e, principalmente, a inclusão de uma tabela de equivalência entre habilitações de ‘ultraleves’ e habilitações de avião/helicóptero (incluindo instrutor de voo) – vide abaixo. Funciona assim: se o piloto tiver a habilitação citada na coluna (2) válida, então ele pode pilotar a aeronave que requer a habilitação mencionada na coluna (1) – lembrando que o respectivo CMA do piloto também tem que estar válido.

tabela equivalência ultralevesE. embora não haja a necessidade de endossos para a operação de ‘ultraleves’, é importante atentar para o item “C.3” do anexo que trata destas habilitações:

aviso ultraleve

6 comments

  1. Ninguém precisa se preocupar muito com essas minúcias de carteiras de habilitação muito específicas, porque a ANAC NÃO É CONFIÁVEL, ao menos nessa área.Temos os dados à disposição de quem se interessar. É só pedir pelo e-mail acosta@abravagex.org.br .
    Como exemplo cito UAAF (habilitação para ultraleve avançado anfíbio).
    A ANAC simula rigor e seriedade ao fiscalizar despoticamente proprietários e pilotos de ultraleves anfíbios ou não, assim como táxis aéreos e oficinas.
    Mas em relação aos seus apaniguados, os fabricantes desses falsos experimentais, age lenientemente ao permitir que dois terços das aeronaves anfíbias sejam registradas no RAB exigindo carteiras não anfíbias.
    Também acaba de certificar ILEGALMENTE TODOS os ultraleves brasileiros como ALE, ao mesmo tempo admitindo que NENHUM cumpre as normas ASTM. (Ver em http://www2.anac.gov.br/certificacao/AvGeral/ProcessoH03/ALE_LSA.pdf. )
    E também não exige habilitação CPL como exigido para ALE.

  2. Adalberto
    11 meses ago

    Uma dúvida: para check inicial no C525 ainda é necessário o simulador na fábrica ou somente o Ground School ?

    • Raul Marinho
      11 meses ago

      Na verdade, é preciso o treinamento em CTAC aprovado para o TIPO.
      No caso, hoje pode ser na CAE de Whippany, ou nas Flight Safety de Wichita (o “da fábrica” a que vc se referiu), de Orlando ou de San Antonio.

  3. Renilton Reis
    11 meses ago

    Acho que vc se enganou sobre o Mustang. De acordo com a rev H ele permanece C510.

    • Raul Marinho
      11 meses ago

      Vc tem razão: o C525 é M2. Já alterado no texto.
      Obrigado pelo alerta!

  4. Nelson da Silva Junior
    11 meses ago

    ANAC mais uma vez transfere suas obrigações legais para terceiros, nesse caso os próprios pilotos de ultraleves. Cabe a ANAC fiscalizar a aviação civil (inclui-se as aeronaves “experimentais” e ultraleves), se alguém for lesado por um fato de produto (acidente com aeronave ou “imprudência” do piloto) pode responsabilizar a ANAC pela falta de “cuidado” na fiscalização, pois permite o voo nestas condições.
    Outro ponto importante é quem determina o que se entende por “SEMPRE QUE PRATICÁVEL”? Será que alguém da ANAC pode ajudar a esclarecer?

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