Pátio da aviação geral do Santos Dumont, 6a feira à tarde

Pátio da aviação geral do Santos Dumont, 6a feira à tarde

By: Author Raul MarinhoPosted on
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A fotografia abaixo foi obtida pelo Humberto Branco, Vice-Presidente da APPA/AOPA-Brasil, na tarde do último dia 23/09/2016 no aeroporto Santos Dumont (Rio de Janeiro-RJ):
sbrj

Agora vejam o NOTAM em vigor para o referido pátio:

notam-rj

Alguém poderia explicar por que isso? De verdade?

Como um aeroporto com pátio vazio tem tantas restrições?

18 comments

  1. Sergio M Costa
    11 meses ago

    A única maneira de lidar com descalabros como este é lutar contra através de associações fortes.
    Nos EUA a AOPA, com mais que 300.000 sócios, tem cacife para manter profissionais exclusivos que batalham nas esferas política e judiciária pelas reivindicações e interesses de seus associados.
    Precisamos nos convencer que, no Brasil, temos que seguir o mesmo caminho e a APPA, que tem em sua direção pessoal demonstradamente competente, está aí para isso. Mas, ao invés de diversificar esforços criando outras associações, precisamos fortalecer a APPA com a adesão de mais sócios.
    Entretanto, reconheço ser difícil. Faço este trabalho há algum tempo mas, infelizmente, falou que vai custar vinte e poucos reais por mês…

  2. Gabriel
    11 meses ago

    Só para poderem cobrar um pouquinho mais!!!!
    E se não bastasse agora inventaram o hangar virtual em Guarulhos onde se cobram mais uma paulada se passar de duas horas de pátio.

  3. josé wilson
    11 meses ago

    simplesmente ridículo!!!

  4. ALEXANDRE P SANTOS
    11 meses ago

    Ministério Público nos controladores de pátio para acabar com a gorjeta $$$$! Denuncia anônima ou não registrando com fotos quando de alguma negativa…

  5. Alisson R Santana
    11 meses ago

    P.: “Alguém poderia explicar por que isso? De verdade?”

    R.: Burocracia pura e simples.

  6. RenanZ
    11 meses ago

    O problema da Infraero é ter que lidar com aviões. Se não tiver aviões, então tá tudo bem para eles.
    Anac não passa longe disso também…..

    • vai vendo...
      11 meses ago

      Bingo
      Acertou em cheio.
      Avião é um sério problema para Anarc e para Infraero.

  7. Renilton
    11 meses ago

    Minha opinião é a de que ainda hoje o SDU sofre com o saudosismo da época que era capital nacional bem como das mazelas dos “barnabés” de outrora.
    Operei baseado no Rio por 4 anos e minha maior dificuldade era lidar com as “gorjetas” quase obrigatórias para conseguir fazer com que as pessoas apenas cumprissem sua obrigação.
    Enfim, acho que cria-se a dificuldade para vender a facilidade.
    Eu suponho que a única maneira de lidar com a INFRAERO, sobretudo a do SDU, é o Ministério Público Federal começar a investigar atos daquela administração.
    Ainda, já passou da hora da FAB liberar toda aquela área para uso da aviação geral e comercial. Por que não transferir tudo para o Campo dos Afonsos e Santa Cruz?… Talvez assim o COA consiga trabalhar… Afinal o Pátio está lotado… De espaço!

  8. Pedro B.
    11 meses ago

    Com certeza estão mais preocupados em remunerar as empresas de handling do que o próprio aeroporto :)

  9. Tiago
    11 meses ago

    Em março de 2015 estive ai. A pavimentação do pátio estava em péssimas condições, com buracos e muita brita solta. Lastimável ver um aeroporto dessa importância nesse estado.

  10. Paulo
    11 meses ago

    Caro Raul, não sei a resposta. Mas sei que o RJ nos mostra a cada dia sua incompetência como facilitador e prestador de serviços.
    Isso está cheirando “corrupção de quinta categoria” .

  11. Thiago
    11 meses ago

    Infelizmente somos o país do contrario….

  12. ANTONIO SERGIO COUTINHO DA SILVA
    11 meses ago

    Estive no Santos Dumont exatamente no início da tarde de ontem, sexta-feira. Além de todas essas restrições, agora o reabastecimento de combustível para a aviação geral deve ser feito em dois pontos específicos, nas ilhas centrais de estacionamento. Para isso, é obrigatório o reboque da aeronave (pago, logicamente) até aquele ponto. Após nosso pouso, fomos orientados a aguardar a viatura “follow me” na pista de táxi de acesso ao pátio princcipal. Éramos a ÚNICA aeronave executiva em operação naquele momento, em todo o aeroporto. A referida viatura demorou cinco minutos para chegar e nos orientar no estacionamento. Ao chegar a viatura, fomos orientados a cruzar todo o pátio (havíamos livrado no fim da 20L e ocupamos uma ilha no través da cabeceira 20R. O detalhe é que a aeronave iria pernoitar e após nosso pós-voo teve que ser rebocada para uma outra ilha de estacionamento, agora próxima da cabeceria 02L. Em resumo: chegamos, fomos e voltamos em idas e vindas nas ilhas de estacionamento, que estavam praticamente vazias.

  13. Joaquim Alayon Machado
    11 meses ago

    Isso é porque em um país mutreteiro, onde o por baixo dos panos impera, encontra-se dificuldade para se vender facilidade e pouco se importam se estão matando a galinha dos ovos de ouro ou não, dando tiro no próprio pé, É como um avião que decola com seus assentos vazios, porque a companhia se nega a vender os assentos por um preço melhor e encher a aeronave.
    Brasil, terra da dificuldade, dos preços absurdos, como taxa de grandes eventos, taxa de inspeção PSA, pernoites caríssimos…..uma tristeza muito maior do que estas poucas linhas podem comportar.

  14. Thiago
    11 meses ago

    Criam-se problemas para vender soluções

  15. Francisco
    11 meses ago

    Parabéns Raul, precisamos de Aviadores como você, que realmente Sabe como defender uma classe sem voz ativa…no meio Político. .Abraço

  16. Julio Prtruchio
    11 meses ago

    Eu acho que a explicação está no Notam:
    Criam-se dificuldades, para vender facilidades e alguém que trabalha para o dono da área está levando um por fora.

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