Pátio da aviação geral do Santos Dumont, 6a feira à tarde

Pátio da aviação geral do Santos Dumont, 6a feira à tarde

By: Author Raul MarinhoPosted on
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A fotografia abaixo foi obtida pelo Humberto Branco, Vice-Presidente da APPA/AOPA-Brasil, na tarde do último dia 23/09/2016 no aeroporto Santos Dumont (Rio de Janeiro-RJ):
sbrj

Agora vejam o NOTAM em vigor para o referido pátio:

notam-rj

Alguém poderia explicar por que isso? De verdade?

Como um aeroporto com pátio vazio tem tantas restrições?

18 comments

  1. Sergio M Costa
    5 meses ago

    A única maneira de lidar com descalabros como este é lutar contra através de associações fortes.
    Nos EUA a AOPA, com mais que 300.000 sócios, tem cacife para manter profissionais exclusivos que batalham nas esferas política e judiciária pelas reivindicações e interesses de seus associados.
    Precisamos nos convencer que, no Brasil, temos que seguir o mesmo caminho e a APPA, que tem em sua direção pessoal demonstradamente competente, está aí para isso. Mas, ao invés de diversificar esforços criando outras associações, precisamos fortalecer a APPA com a adesão de mais sócios.
    Entretanto, reconheço ser difícil. Faço este trabalho há algum tempo mas, infelizmente, falou que vai custar vinte e poucos reais por mês…

  2. Gabriel
    5 meses ago

    Só para poderem cobrar um pouquinho mais!!!!
    E se não bastasse agora inventaram o hangar virtual em Guarulhos onde se cobram mais uma paulada se passar de duas horas de pátio.

  3. josé wilson
    5 meses ago

    simplesmente ridículo!!!

  4. ALEXANDRE P SANTOS
    5 meses ago

    Ministério Público nos controladores de pátio para acabar com a gorjeta $$$$! Denuncia anônima ou não registrando com fotos quando de alguma negativa…

  5. Alisson R Santana
    5 meses ago

    P.: “Alguém poderia explicar por que isso? De verdade?”

    R.: Burocracia pura e simples.

  6. RenanZ
    5 meses ago

    O problema da Infraero é ter que lidar com aviões. Se não tiver aviões, então tá tudo bem para eles.
    Anac não passa longe disso também…..

    • vai vendo...
      5 meses ago

      Bingo
      Acertou em cheio.
      Avião é um sério problema para Anarc e para Infraero.

  7. Renilton
    5 meses ago

    Minha opinião é a de que ainda hoje o SDU sofre com o saudosismo da época que era capital nacional bem como das mazelas dos “barnabés” de outrora.
    Operei baseado no Rio por 4 anos e minha maior dificuldade era lidar com as “gorjetas” quase obrigatórias para conseguir fazer com que as pessoas apenas cumprissem sua obrigação.
    Enfim, acho que cria-se a dificuldade para vender a facilidade.
    Eu suponho que a única maneira de lidar com a INFRAERO, sobretudo a do SDU, é o Ministério Público Federal começar a investigar atos daquela administração.
    Ainda, já passou da hora da FAB liberar toda aquela área para uso da aviação geral e comercial. Por que não transferir tudo para o Campo dos Afonsos e Santa Cruz?… Talvez assim o COA consiga trabalhar… Afinal o Pátio está lotado… De espaço!

  8. Pedro B.
    5 meses ago

    Com certeza estão mais preocupados em remunerar as empresas de handling do que o próprio aeroporto :)

  9. Tiago
    5 meses ago

    Em março de 2015 estive ai. A pavimentação do pátio estava em péssimas condições, com buracos e muita brita solta. Lastimável ver um aeroporto dessa importância nesse estado.

  10. Paulo
    5 meses ago

    Caro Raul, não sei a resposta. Mas sei que o RJ nos mostra a cada dia sua incompetência como facilitador e prestador de serviços.
    Isso está cheirando “corrupção de quinta categoria” .

  11. Thiago
    5 meses ago

    Infelizmente somos o país do contrario….

  12. ANTONIO SERGIO COUTINHO DA SILVA
    5 meses ago

    Estive no Santos Dumont exatamente no início da tarde de ontem, sexta-feira. Além de todas essas restrições, agora o reabastecimento de combustível para a aviação geral deve ser feito em dois pontos específicos, nas ilhas centrais de estacionamento. Para isso, é obrigatório o reboque da aeronave (pago, logicamente) até aquele ponto. Após nosso pouso, fomos orientados a aguardar a viatura “follow me” na pista de táxi de acesso ao pátio princcipal. Éramos a ÚNICA aeronave executiva em operação naquele momento, em todo o aeroporto. A referida viatura demorou cinco minutos para chegar e nos orientar no estacionamento. Ao chegar a viatura, fomos orientados a cruzar todo o pátio (havíamos livrado no fim da 20L e ocupamos uma ilha no través da cabeceira 20R. O detalhe é que a aeronave iria pernoitar e após nosso pós-voo teve que ser rebocada para uma outra ilha de estacionamento, agora próxima da cabeceria 02L. Em resumo: chegamos, fomos e voltamos em idas e vindas nas ilhas de estacionamento, que estavam praticamente vazias.

  13. Joaquim Alayon Machado
    5 meses ago

    Isso é porque em um país mutreteiro, onde o por baixo dos panos impera, encontra-se dificuldade para se vender facilidade e pouco se importam se estão matando a galinha dos ovos de ouro ou não, dando tiro no próprio pé, É como um avião que decola com seus assentos vazios, porque a companhia se nega a vender os assentos por um preço melhor e encher a aeronave.
    Brasil, terra da dificuldade, dos preços absurdos, como taxa de grandes eventos, taxa de inspeção PSA, pernoites caríssimos…..uma tristeza muito maior do que estas poucas linhas podem comportar.

  14. Thiago
    5 meses ago

    Criam-se problemas para vender soluções

  15. Francisco
    5 meses ago

    Parabéns Raul, precisamos de Aviadores como você, que realmente Sabe como defender uma classe sem voz ativa…no meio Político. .Abraço

  16. Julio Prtruchio
    5 meses ago

    Eu acho que a explicação está no Notam:
    Criam-se dificuldades, para vender facilidades e alguém que trabalha para o dono da área está levando um por fora.

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